Vinho Verde não é verde. Como assim!?

Com a proximidade da Páscoa é muito comum o consumo de bacalhau e outros peixes de carne branca, e a melhor harmonização é, sem dúvida, o vinho. Mas qual tipo escolher?

Normalmente vence o vinho branco. E nessa hora surge um clássico português: o Vinho Verde.

Mas você sabia que o Vinho Verde não é verde? Pois é. Vinho Verde possui denominação de origem controlada (DOC) e é uma região vitivinícola localizada mais ao norte de Portugal, na província do Minho, reconhecida mundialmente por produzir os melhores vinhos brancos. Banhada pelo Oceano Atlântico, seu clima é relativamente frio e úmido.

As principais castas utilizadas para a produção dos vinhos brancos são: Alvarinho, Arinto (conhecida localmente como Pedernã), Trajadura e Loureiro.

Digo isso porque Vinho Verde produz também vinhos tintos, rosés e espumantes.

Mas voltando aos vinhos brancos, estes devem ser consumidos ainda jovens, em geral apresentam perfil frutado e teor alcoólico moderado, portanto são fáceis de beber, harmonizando perfeitamente com a cozinha asiática (sushi e sashimi), saladas, carnes brancas e peixes, tapas e ainda como aperitivos.

Em matéria de exportação, o Vinho Verde perde somente para o Vinho do Porto, e hoje seu maior mercado consumidor são os Estados Unidos.

Fonte: Vino Emporium
Por Eliana Janjacomo. Foto: Divulgação

  Aproveite e leia também: Simples, leves e refrescantes, vinhos verdes têm tudo a ver com a Páscoa.

  Algumas fichas técnicas de vinhos verdes cadastradas:

Calamares Branco

Casal Garcia Vinho Verde Branco (2014)

Gazela

Montariol (2010)

Solar das Bouças (2013)

Vidigal Vinho Verde Branco (2015)


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