O Grito - Edvard Munch/Divulgação
O Grito - Edvard Munch/Divulgação

Olá, confrades!

Faz algum tempo, eu e meu marido fomos a uma reunião social, na qual eu estou diretamente ligada. O fato é que a regra era cada casal levar o que fosse beber. Até aí tudo bem, se não fosse... vou contar!

Cada um tem sua preferência por bebida, e nós preferimos um vinho a ter que tomar cerveja, por exemplo.

Vivemos numa cidade de clima quente, no interior paulista – Ribeirão Preto – o que muito contrubui ainda mais para a preferência da maioria pela cerveja ou chopp.

Assim, ele teve a (in)feliz ideia de levarmos dois vinhos na tal reunião, mais uma Coca-Cola para rebater a bebedeira.

Chegando lá, os bebedores cervejeiros de plantão, e de coração, nada contra essa bebida, simplesmente atacaram nossos vinhos. Não tomamos nada! Simplesmente não tivemos a oportunidade de procurarmos nem taças.

Nos contentamos com o velho refrigerante. Mas o que quero abordar aqui não é a cara feia do meu marido, nem a discussão "conversada" que tivemos depois, mas sim o fato que as pessoas muitas vezes não tomam vinho por uma questão puramente de preço. Estou convencida disso.

Só pode ser isso! Digamos que pagamos por volta de R$ 35,00 em cada garrafa. Ou seja, com R$ 70,00 compra-se muitas cervejas, a festa dura mais tempo e o povo fica contente, porém falta qualidade.

É bem verdade que hoje já existem cervejas gourmets, mas não era o caso ali.

Espero um dia acordar e me deparar com a notícia que o vinho deixou de ser considerado mera bebida alcoólica neste país para passar a fazer parte da rotina diária da mesa dos brasileiros, porque se apreciado com moderação faz bem e TODO MUNDO gosta!


Saúde!
Vino Emporium
Eliana Janjacomo


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