Levar um vinho de casa para o restaurante não deve ser tabu

Chegar ao restaurante com a bolsinha térmica e entregar ao sommelier uma garrafa de vinho não deve ser tabu.

  Essa pode ser apenas uma maneira de beber bem pagando o preço do vinho na loja, mais em conta do que o do restaurante (ainda mais em tempos como esse, de saldão de garrafas).

"É bom para o cliente, que toma um vinho melhor por um preço acessível, e para o restaurante, que pode deixar de investir em um grande estoque", diz Arthur Azevedo, presidente da ABS-SP (Associação Brasileira de Sommeliers em São Paulo). "Vinhos caros não estão saindo tanto. E o custo do vinho parado é alto. Além disso, é uma política muito simpática."

Alguns restaurantes não chegam a cobrar, para o serviço de vinho, uma taxa de rolha. E o cliente, em contrapartida, pode fazer uso disso de um jeito bacana, mais gentil (veja dicas abaixo).

Para fazer bonito
Dicas de atitudes para quando você resolver levar seu vinho para um restaurante:

  Ligue antes e confira se o restaurante tem o serviço e quanto cobra;
  Escolha vinhos de qualidade, evite os que são apenas baratos;
  Não leve um rótulo que faça parte da carta do restaurante;
  Se não há taxa de rolha, procure compensar o valor na taxa de serviço (subindo os 10% para 15% ou 20%);
  Ofereça ao sommelier (ou garçom) uma prova do vinho.

Fonte: Folha de S.Paulo (http://vinho.one/rUlvp)
Por Magê Flores. Ilustração: Weberson Santiago/Reprodução


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