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Alves de Sousa
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  Alves de Sousa
  Sede da Vinícola
Douro (Portugal)
  PROPRIETÁRIO
Família Alves de Sousa
  ENÓLOGO RESPONSÁVEL
Tiago Alves de Sousa
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  ÁREA PLANTADA

É no Douro que a família Alves de Sousa produz os seus vinhos, segundo uma tradição familiar de 5 gerações.

Trabalhando unicamente as uvas das vinhas da família (Quinta da Gaivosa, Vale da Raposa, Caldas, Estação, Aveleira e Oliveirinha), desenvolveu uma completa gama de vinhos do Douro de grande caráter e qualidade.

Poucos são os lugares no mundo que espelham tão bem quanto o Douro os feitos admiráveis que podem provir do esforço e dedicação do homem. O peso de tal obra recai hoje sobre nós. Como tal reuniu-se um grupo de trabalho com a formação científica, técnica e o empenho exigidos para a procura contínua de um único objetivo – a procura da melhor expressão do caráter da vinha sob a forma de um vinho.

  EXPORTAÇÃO

Desde o início, Domingos Alves de Sousa viu Portugal como um dos muitos mercados nos quais pretendia estar presente. Hoje a exportação representa 75% das vendas da empresa com uma carteira de mais de 300 clientes espalhados por 28 países distintos: Alemanha, China, França, Polônia, Áustria, Dinamarca, Inglaterra, República Checa, Austrália, Eslováquia, Irlanda, Rússia, Bélgica, Espanha Lituânia, Singapura, Brasil, E.U.A., Luxemburgo, Suécia, Canadá, Finlândia, Noruega e Suíça.

  SOBRE

A qualidade e caráter singular dos vinhos da família Alves de Sousa tem sido amplamente reconhecida, com distinções e menções nas mais aclamadas publicações nacionais e internacionais. Alguns exemplos:

- Mais de 140 medalhas em concursos internacionais em 7 países diferentes, das quais mais de 40 foram de ouro. Um destaque especial para as 17 Medalhas de Ouro atribuídas aos Vinhos do Porto nos últimos anos, afirmando cada vez mais Alves de Sousa como um produtor, não apenas de grandes Douros, mas também de grandes Portos;

- Na “Revue de Vin de France”, o então campeão do mundo de sommeliers Olivier Poussier dá uma das duas únicas notas máximas numa prova de vinhos estrangeiras ao Quinta da Gaivosa tinto e escreve que o Gaivosa está para o Douro como o “Cheval Blanc” (um dos mais exclusivos e conceituados vinhos de Bordeaux e do mundo) está para Bordeaux;

- Na respeitada publicação americana “The Wine Advocate” de Robert Parker, a quando do primeiro grande artigo sobre Vinhos Portugueses, colocando o autor na primeira pessoa ao referir-se aos vinhos de Alves de Sousa: “their line-up included some of the most enjoyable wines I reviewed”. Tradução: 14 vinhos classificados entre os 90 e os 95 pontos desde então, pontuações reservadas aos melhores dos melhores do mundo;

- Numa das últimas grandes provas de Vinhos Portugueses da respeitada crítica britânica Jancis Robinson, entre 122 vinhos portugueses provados, apenas 4 atingiram os 18 pontos (escala de 1 a 20), sendo que dois dos quais foram da família Alves de Sousa;

- A mesma autora em conjunto com Hugh Johnson no best-seller internacional “World Atlas of Wine” dividem o Douro em 3 grandes estilos – um deles é “a solidez do xisto dos Gaivosas”;

- Nos últimos anos a família Alves de Sousa tem feito parte do restrito grupo de 4 a 5 empresas portuguesas (já incluindo as principais Casas de Vinho do Porto) convidadas a participar no prestigiado “Decanter Fine Wine Encounter”em Londres;

- O prestígio internacional conquistado tem também um paralelo muito especial em Portugal com destaque para os prêmios “Produtor do Ano” em 1999 e novamente em 2006 atribuídos pela “Revista de Vinhos”, tornando-se o primeiro na história a receber por duas vezes a mais importante e prestigiada distinção para um Produtor de Vinhos em Portugal.

  HISTÓRICO

A produção de vinhos é uma tradição familiar para Domingos Alves de Sousa: o seu pai (Edmundo Alves de Sousa) e avô (Domingos Alves de Sousa) tinham já sido vitivinicultores do Douro. Mas Domingos Alves de Sousa abraçou a princípio uma outra carreira. Tendo-se licenciado em Engenharia Civil, não resitiu porém ao duplo apelo (da terra e do sangue), e abandonou a sua atividade em 1987 para se dedicar em exclusivo à exploração das quintas que lhe couberam em herança e a outras que posteriormente adquiriu, nas quais vem executando um trabalho modelar de emparcelamento e de reestruturação das vinhas. A evolução da sua atividade vitivinícola reveste-se de aspectos interessantes, quase paradigmáticos e merece um pouco de história.

Durante muito tempo foi fornecedor das conhecidas e prestigiadas companhias Casa Ferreirinha e Sociedade dos Vinhos Borges. Mas os problemas que afetaram o setor nos finais da década de 80, que tiveram como consequência um aumento exagerado dos custos de produção, e em especial a catastrófica colheita de 1988, levaram-no a questionar a rentabilidade das suas explorações. E foi esse questionar o ponto de viragem.Tal como muitos outros viticultores durienses, afetados pela recessão em que a Região Demarcada se debatia, voltou-se para a valorização das "sobras" do Vinho do Porto, ou seja, o vinho de pasto do Douro, até então tradicionalmente subalternizado em relação ao vinho generoso.

Claro que esta mudança radical de atitude exigia mais do que simples boa vontade e desejo de vencer: exigia formação técnica e profissional. Frequentou assim cursos de viticultura e enologia e, munido desse lastro, lançou mãos à obra na reestruturação das suas vinhas e, decidido a trilhar o seu próprio caminho de produtor-engarrafador, construiu na sua Quinta da Gaivosa a adega onde dái em diante vinificaria a produção das restantes Quintas.

Efetuadas algumas experiências com diversas castas, selecionou as que se revelaram mais aptas a produzir os melhores vinhos de Denominação de Origem Douro, e com elas produziu e lançou no mercado, em meados de 1992, aquele que seria o seu primeiro vinho: o Quinta do Vale da Raposa branco 1991, que desde logo cativou os apreciadores e mereceu as melhores referências. Era o início de um percurso recheado de sucessos que se arrastou até aos dias de hoje, e de que amanhã com certeza ainda iremos ouvir falar.

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