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Guatambu Estância do Vinho
Guatambu Estância do Vinho
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Guatambu Estância do Vinho
Guatambu Estância do Vinho
  Guatambu Estância do Vinho
  Sede da Vinícola
Dom Pedrito (RS) (Brasil)
  PROPRIETÁRIO
Família Hermann Pötter
  ENÓLOGO RESPONSÁVEL
Gabriela Hermann Pötter
  NA INTERNET
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  ÁREA PLANTADA

Situada no coração do pampa gaúcho, em Dom Pedrito, na fronteira com o Uruguai, a produção das uvas é marcada por um terroir com mais de 2.300 horas de luminosidade durante o período vegetativo da videira e escassez de chuvas no verão, garantindo a maturação fenólica das uvas e a opulência de seus vinhos.

O clima subtropical úmido com invernos rigorosos, grandes geadas, amplitude térmica e o famoso vento Minuano geram uma combinação de fatores que propiciam o desenvolvimento ideal do ciclo da videira e a maturação completa de seus cachos.

O solo deriva de granulitos, rocha metamórfica de alto grau, geologicamente uma das mais antigas do Rio Grande do Sul, cujas frações originais apontam para uma idade de cerca de 2,6 bilhões de anos, com transformações metamórficas acontecidas há 2,1 bilhões de anos sob condições físicas de temperatura e de pressão condizentes com uma profundidade crustal da ordem de 35 km.

A produção de vinhos em pequena escala é supervisionada por Gabriela Hermann Pötter, Eng. Agrônoma, Msc. em Ciência e Tecnologia de Alimentos, membro da terceira geração da família proprietária da Estância Guatambu.

A Guatambu produz 100% de seus vinhos com uvas próprias, de vinhedos cultivadas na região da Serrinha de Dom Pedrito, a 260 m de altitude. Os vinhedos compreendem 21,5 ha das variedades Chardonnay, Sauvignon Blanc, Gewürztraminer, Tempranillo, Merlot, Tannat, Cabernet Sauvignon e Pinot Noir.

A produção de vinhos em pequena escala, com produção média limitada em 7 toneladas por hectare, é supervisionada por Gabriela Hermann Pötter, Eng. Agrônoma, Msc. em Ciência e Tecnologia de Alimentos, membro da terceira geração da família proprietária da Estância Guatambu.

Sustentabilidade

Os vinhedos, cultivados em espaldeira, preconizam técnicas modernas de manejo, visando obter maior qualidade da fruta, cujas as uvas são colhidas manualmente, e situam-se na sede de uma estância centenária de grande biodiversidade do Bioma Pampa, onde são encontrados, por exemplo, pássaros ameaçados em extinção do bioma pampa. Além disso, a Guatambu utiliza uma tecnologia inovadora e ecológica no controle fitossanitário dos parreirais, com a máquina Lazo TPC (Thermal Pest Control), ou seja, controle térmico de pragas, que permite a substituição do uso de fungicidas.

  HISTÓRICO

A vitivinicultura na região da Campanha remonta à década de 70, quando pesquisadores da Universidade de Davis, na Califórnia, juntamente com pesquisadores da Universidade Federal de Pelotas identificaram uma larga faixa de terra na fronteira do Brasil com o Uruguai, de aproximadamente 270 mil hectares, naturalmente vocacionada para o cultivo de uvas viníferas. Desta forma, a empresa americana National Distillers investiu US$ 25 milhões no Projeto Almadém e foi pioneira na implantação da atividade em 1974, em Santana do Livramento.

Contando com administração familiar e visando diversificar seus produtos, a cinqüentenária Estância Guatambu, tradicional empresa do agronegócio, sendo referência na agricultura e pecuária das raças Hereford e Braford, iniciou em 2003 o projeto de produção de uvas viníferas de Dom Pedrito, com a implantação do vinhedo com mudas importadas da França e da Itália, visando aproveitar o excelente clima da Campanha Gaúcha, bastante adequado para esta atividade.

Em 2007, a Guatambu firmou uma parceria com a Embrapa Uva e Vinho, com o objetivo de estudar e caracterizar o potencial da região da Campanha para a vitivinicultura. Fruto desta parceria, foi produzido o vinho Cabernet Sauvignon 2009 Rastros do Pampa, que obteve sucesso em comercialização e recebeu Medalha de Ouro no 6º Concurso Internacional “Emozioni dal Mondo”, de vinhos Cabernet e Merlot, realizado em Bergamo, na Itália. O vinho também recebeu Medalha de Prata no V Concurso Internacional de Vinhos do Brasil 2010, e foi o Cabernet Sauvignon mais bem pontuado no projeto de degustações harmonizadas do Ibravin denominado “Para Saber o Sabor dos Vinhos do Brasil, em 2010 e 2011, além de ser selecionado entre os 30% superiores na 17ª Avaliação Nacional dos Vinhos.

Na sequência, a família Hermann Pötter lançou, com a consultoria do enólogo uruguaio Alejandro Cardozo, seus vinhos brancos e sua linha de espumantes e em 2011 já arrebatou a primeira Medalha de Ouro para o Poesia do Pampa Brut, no 8° Concurso Mundial Bruxelas Brasil.

No segundo semestre de 2013, a Guatambu inaugura a sua estância enoturística, a 14 km da cidade de Dom Pedrito. Situada no pampa gaúcho, o projeto busca uma identificação com a arquitetura local, a cultura gaúcha, e as influências das estâncias da região do pampa. Sob o conceito de pátio central, a vinícola se desenvolverá em forma de U com iluminação e ventilação voltadas para o seu interior, como forma de abrandar o Minuano que sopra na campanha e proporcionar condições térmicas ideais para a produção de vinhos de qualidade.

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