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Quinta da Romaneira
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Quinta da Romaneira
  Quinta da Romaneira
  Sede da Vinícola
Douro (Portugal)
  FUNDAÇÃO
1854
  PROPRIETÁRIO
Christian Seely (diretor acionista)
  ENÓLOGO RESPONSÁVEL
António Agrellos
  SOBRE
Terroir

Devido ao domínio histórico das grandes casas de Vinho do Porto, sediadas em Vila Nova de Gaia desde o século XVIII, assistiu-se a uma tendência para minimizar a importância dos terroirs  individuais das grandes Quintas do Douro em favor da difusão das marcas que estas representavam. Tal atitude é, na nossa opinião, lamentável, dado que os diferentes microclimas e a composição do solo são fatores determinantes na qualidade e personalidade dos vinhos. A importância do terroir  é, efetivamente, um elemento central na região do Douro.

A decisão de assumir a gestão da Quinta da Romaneira, em 2004, assentou na crença – justificada pela qualidade dos vinhos que aqui têm sido produzidos – que a Quinta da Romaneira possui um dos melhores terroirs do Douro, capaz de produzir Vintages de elevada qualidade, bem como exemplares do que de melhor se faz no Douro ao nível de vinhos tintos, vinhos estes que vieram revolucionar a região.


A Vinha

A Romaneira é uma das mais grandiosas e históricas quintas do Douro, estando entre as três ou quatro maiores quintas da região. A propriedade é bastante extensa, estando ladeada em cerca de dois quilômetros pelo rio Douro.

Os melhores vinhos do Douro são produzidos a partir de uvas cultivadas quer nas margens do rio Douro, quer dos seus afluentes. As castas tintas da Romaneira advêm, exatamente, de vinhas localizadas junto ao rio.

As vinhas da Romaneira estendem-se por cerca de 85 hectares, plantados, sobretudo, com castas nobres do Douro: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinto Cão. Existe ainda uma pequena porção de uvas brancas (Gouveio, Malvasia Fina e Viosinho) e alguns hectares experimentais de castas "exóticas", como Syrah e Petit Verdot, que começam a apresentar vinhos tintos com resultados extremamente promissores.

 
A Adega

A tecnologia, por si só, não é suficiente para elaborar um grande vinho. Mesmo a melhor equipe, sem as ferramentas adequadas e com um grande terroir à disposição, se vê confrontada com algumas dificuldades. Por este motivo, decidimos construir, em 2005, uma nova adega na Romaneira.

Para Christian Seely e António Agrellos, esta era a oportunidade de concretizar um sonho antigo: construir de raiz, no Douro, a adega ideal. Muitas das atuais adegas da região remontam aos séculos XVII e XVIII e estão longe de ser perfeitas, porque, apesar de pitorescas, não são práticas. Na Romaneira optou-se por cavar um grande buraco no chão e, de seguida, construir a adega. Dois terços da nova Adega estão no subsolo, tornando-a esteticamente inovadora e muito prática, em termos de trabalho e armazenamento de vinhos, dado que estes dispõem de condições mais estáveis e temperaturas mais frescas.
 
Os lagares são feitos em aço inoxidável, contribuindo para um melhor controle da temperatura durante a fermentação, ao mesmo tempo que torna possível continuar a beneficiar da pisa tradicional na produção do Vinho do Porto.
 
A adega, constituída por cubas tronco-cónicas de aço inoxidável equipadas com controle de temperatura, permite flexibilizar os procedimentos de forma a exprimir em toda a sua essência a personalidade das vinhas da Romaneira.
  HISTÓRICO
O Passado da Romaneira

A história da Romaneira é bastante antiga, existindo, inclusive, diversas teorias em torno da origem do seu nome. No entanto, gostamos de pensar que o nome Romaneira remonta ao tempo em que os Romanos povoavam o Douro, altura em que, certamente, se teriam dedicado ao cultivo da vinha.

Em todo o caso, existem registros que atestam a existência de uma vinha na Romaneira nos séculos XVII e XVIII, período durante o qual a propriedade pertenceu a três famílias distintas: Sousa Guimarães, cujas iniciais surgem na porta da Quinta com a data de 1854, Lacerda, D. Clara de Lacerda deu o seu nome a uma das casas da propriedade, e Monteiro de Barros, que, em 1940, ampliou a quinta para o tamanho que hoje conhecemos.

Considerada como uma das principais quintas do Douro, a Romaneira aparece representada no mapa do Douro elaborado pelo Barão de Forrester. Não obstante, são feitas menções à propriedade em obras de grandes autores do século XIX, como Henry Vizetelly, que se dedicava ao estudo do Vinho do Porto. O Visconde de Vila Maior classifica ainda o vinho da Romaneira como "um dos melhores do Douro, notável pela sua suavidade, corpo e aroma". Aliás, os Vinhos do Porto da Quinta da Romaneira foram os primeiros Vinhos do Porto a ser leiloados pela famosa leiloeira Christies, em 1872.

Vila Maior elogia o caráter e a personalidade dos vinhos da Romaneira, que se deve, sobretudo, à Touriga Nacional. Esta casta representa, ainda hoje, a maior parcela de vinha plantada da Romaneira (cerca de 40%), um elemento chave para a produção dos seus melhores Vinhos do Porto – Porto Vintage – e vinhos de mesa tintos.
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TEMOS CADASTRADOS
Venha conhecer os vinhos da Quinta da Romaneira com a gente!
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