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Taittinger
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  Taittinger
  Sede da Vinícola
Champagne (França)
  FUNDAÇÃO
1932
  PROPRIETÁRIO
Família Taittinger
  NA INTERNET
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  ÁREA PLANTADA

O Champanhe
34.000 hectares compõem a área denominada Champanhe, com superfície argilosa e calcária na qual pode-se cultivar uvas destinadas à fabricação dos vinhos da Champanhe. As principais regiões que a compõem são a Côte dês Blancs, a Montagne de Reims, a Vallée de La Marne e a Côte des Bar.

O vinhedo da Champanhe, o mais setentrional da França, é beneficiado por duas influências climáticas favoráveis à cultura da videira: continental, ao sul, e oceânica, ao norte. Montanhoso e íngreme, nosso terroir permite uma boa exposição das videiras ao sol.

As cepas
Semeada na proporção de 37% de Chardonnay, 48% de Pinot Noir e 15% de Pinot Meunier, o vinhedo Taittinger reflete maravilhosamente o estilo próprio dos vinhos da Casa, no qual a Chardonnay tem um papel primordial em relação à elegância e frescura.

  PRODUÇÃO ANUAL

O trabalho do sol
Hoje, e depois de mais de 4 anos, nós multiplicamos a cada ano as superfícies trabalhadas, respeitando grandemente o solo. Mais de 170 hectares são trabalhados, diversas vezes, com o arado (de fevereiro a julho) sem receber qualquer herbicida. A primeira consequência é a modificação da alimentação em água da planta: as raízes descem mais profundamente; a erva, entre as fileiras de vinhas, impede igualmente a evaporação da água. Apoiamos, igualmente, o trabalho dos artesãos locais que desejam retomar o arado feito com cavalos (precisamente cavalos de Ardenas), confiando-lhes alguns lotes.

O esladroamento e outros trabalhos verdes
A videira é uma planta rasteira que cresce rapidamente e que é preciso observar. Suprimem-se, em maio, os galhos supérfluos. Tal esladroamento permite favorecer os ramos que apresentam futuros frutos. A supressão dos fios e da videira são feitos para separar, ordenar, conter os ramos e, deste modo, oferecer uma boa iluminação solar e uma perfeita aeração dos cachos.

Vindima e prensagem
Imediatamente os preciosos cachos vindos através de nossos três centros de prensagem são pesados, identificados e inscritos em um registro... Em seguida, espremidos, cada um isoladamente. A prensagem deve ser lenta e progressiva, de modo a extrair um suco o mais claro possível. A produção da extração é fraca. A partir de uma “marca” de 4.000 kg de uvas (unidade de prensagem em Champanhe), obtém-se 2.550 litros de suco ou “mosto”. As primeiras prensas representam 2.050 litros e são chamados “cuvée”; em seguida, vem a “taille”, para 500 litros. O suco das primeiras prensas, que são progressivamente mais puros, ricos em açúcar e ácidos, dão vinhos aromáticos e sutis, com uma grande delicadeza, próprios para o envelhecimento. Na adega, cada mosto é, em seguida, isolado separadamente, por vinho, cepa e fração antes de ser vinificado. Após a fermentação e extração, os vinhos obtidos são chamados “vinhos claros”.

  SOBRE

A assemblage
Cada vinho claro é degustado, e, em seguida destinado, segundo sua personalidade, a reunir-se aos Brut Réserve, Prestige Rosé, a um Brut selecionado ou um Comtes de Champagne, se o ano for excepcional ou a ser um “vinho de reserva”... A assemblage é a arte de casar os vinhos oriundos de variedades e anos diferentes, cirando um vinho superior à soma daqueles de base, respeitando sempre a identidade e o estilo dos vinhos da Casa. Este casamento de uma infinita sutileza requer uma grande experiência do chefe de adega, pois ele é feito em um estágio muito afastado da degustação do champanhe pronto a ser consumido. Somente a experiência da degustação, o conhecimento do terroir e uma certa criatividade permitem conceber os champanhes e sua evolução futura. Uma vez terminada a assemblage, o vinho assim obtido é extraído, ou seja, posto em garrafa com um licor composto por um fermento e açúcar. As garrafas descem para a adega, para uma segunda fermentação chamada “formação de espuma”; é ela que dará origem à efervescência no momento da abertura da garrafa.

Na adega…
À experiência do viticultor sucedem o talento do chefe de adega e seus segredos de composição. Ele deve selecionar, associar as promessas de cada vinho para exprimir o estilo da casa, definido pelo Comitê de Degustação de Pierre Emmanuel Taittinger. Resta somente dar tempo ao seu paciente trabalho.

A formação de espuma e o Envelhecimento
As garrafas repousam, em seguida, em nossas adegas, minas de giz galo-romanas, protegidas da luz. A formação de espuma é feita em algumas semanas. Os fermentos consumem o açúcar e liberam, no vinho, o álcool e gás carbônico, antes de degradar-se progressivamente e enriquecer o vinho em aromas. Somente o tempo permitirá revelar todo o potencial aromático destes champanhes, no futuro. A legislação impõe quinze meses na adega para os bruts sem ano e três anos, para os selecionados.

Na Casa Taittinger, os bruts sem ano têm entre três e cinco anos de adega; os selecionados, de cinco a dez anos...

  HISTÓRICO

No começo
Quando Pierre Taittinger descobriu a Champanhe, era um jovem oficial de ligação, durante a guerra de 1914-18. Como um apaixonado por vinhos e gastronomia, ele lá voltou alguns anos mais tarde e pondo, juntamente com seu cunhado, toda sua energia no desenvolvimento do negócio nascente do champanhe.

Nascimento de uma identidade
Desde 1932, etapa por etapa, a Casa que se tornaria - Taittinger - desenvolve-se ganhando seu lugar entre as maiores Casas de Champagne, impondo com audácia um estilo inovador, marcado pela Chardonnay.

O estilo Taittinger: a Chardonnay
Inovador e visionário, François Taittinger escolheu muito cedo a Chardonnay como a variedade dominante dos vinhos de sua marca, pressentindo que o consumidor moderno apreciará, de forma crescente, suas leveza, refinamento e elegância.  O estilo Taittinger nasce e será, em seguida, sublimado na colheita dos Comtes de Champagne Blanc de Blancs, cuja primeira produção, em 1952,  é comercializada em  1957.

Michel Taittinger
Em 1940, o subtenente Michel Taitinger, filho de Pierre, mantém, com um punhado de homens, uma posição chave, na última ponte sobre o rio Sena, nas mãos das forças francesas, em Saint-Parres-aux-Tertres. Perante um inimigo muito superior em número e armas, o jovem politécnico recusa a rendição e morre por seu país, com a idade de 20 anos. Este herói tornar-se-á um exemplo para sua família que vê, em sua memória, um conjunto de coragem, espírito de honra e generosidade.

François Taittinger
Reformado em 1940, o irmão de Michel Taittinger, François, retoma a empreitada, sempre continuando seus estudos. Malgrado sua pouca idade, ele assume tal responsabilidade e imagina, no futuro, a competição internacional entre as Casas de Champanhe, ao fim da guerra. O negócio possui alguns trunfos: adegas históricas, um vinhedo de 50 hectares, um estoque de vinhos de qualidade... Mas ele necessita ser melhor conhecido e reconhecido. Na falta de descendência das famílias Forest e Fourneaux, ele decide fazer de seu nome a marca da Casa e introduz “Taittinger” em todas as suas etiquetas. A empresa alcança o Sindicato das grandes marcas de Champanhe, instalando-se no local Saint-Nicaise, quando a Champanhe encontra-se em plena expansão. François cerca-se de uma equipe: seus irmãos, Jean e Claude, juntam-se a ele, respectivamente, em 1946 e 1949.

Jean Taittinger
Desde 1946, ao lado de seu irmão François, ele avalia todos os vinhedos da Champanhe, selecionando e comprando os lotes  que aumentam, regularmente, o vinhedo da Casa. Seu conhecimento do terroir e proximidade com a terra são trunfos quando Jean Taittinger luta e resgata a Prefeitura de Reims, em  1959. Deputado e prefeito de Reims, ele torna-se Ministro da Justiça, do Presidente Pompidou, em 1972. Deixa a cena política em 1976 para entrar no grupo familiar, o qual desenvolveu-se muito, notadamente no ramo da hotelaria. Em 2006, leva seu apoio ao filho, Pierre Emmanuel, na reconquista da Casa de Champanhe, que tem o seu nome.

Claude Taittinger
Quando ele junta-se a Jean, em 1949, a marca está pronta para conquistar o mundo. Os Taittinger, e, notadamente, Claude, têm o papel de “mercadores da felicidade” percorrendo os continentes... Começando nos Estados Unidos, com Rudy Kopf e sua sociedade Kobrand, em 1951. Após a morte acidental de François, em 1960, seu irmão, Claude, toma nas mãos, com sucesso, o destino da Casa. Criou, em 1967, o Prêmio Culinário Pierre Taittinger, em homenagem a seu pai; em seguida, em 1983, a Taittinger Collection, que reúne, atualmente, as mais prestigiosas assinaturas da arte contemporânea. Deixou a Casa de Champanhe em 2006, no momento do resgate feito por seu sobrinho Pierre Emmanuel Taittinger.

A conquista do vinhedo
Convencidos de que a viticultura fazia parte integrante de sua profissão de negociante de vinho de champanhe, François, depois Claude não cessarão de adquirir hectares de vinhedos, situados em toda a área da Champanhe: a garantia para a Casa, de assegurar uma perenidade no estilo de seus vinhos.

Hoje
Tendo resgatado a empresa familiar no verão de 2006, Pierre Emmanuel Taittinger cercou-se de uma equipe de direção jovem e unida em torno de um espírito de conquista e de continuidade. Sua filha, Vitalie, e seu filho, Clovis, o acompanharam na aventura.

Propriedades

Abadia de Saint-Nicaise
Dezoito séculos de história velam sobre o local da colina Saint-Nicaise, atualmente sede da Champagne Taittinger. Descer 18 metros sob a terra é voltar ao tempo, atravessar o espírito dos monges que lá trabalhavam desde o século XIII, penetrando num mundo de silêncio, escavado na época galo-romana. Hoje, ainda, por cima dos vestígios da Abadia de Saint-Nicaise, é o champanhe que dá o ritmo na vida dos homens. Homens que sabem que sob seus pés o champanhe deve viver o seu tempo.

Demeure dos Comtes de Champagne
No coração de Reims, quase totalmente destruída durante o primeiro conflito mundial, a Demeure des Comtes de Champagne é um dos raros vestígios de arquitetura medieval da cidade e testemunho da dinastia que reinava então na Champanhe. Ela servia de local de recepção na Comtes de Champagne, por ocasião das coroações reais, que aconteciam na catedral vizinha. Hoje, propriedade de Champagne Taittinger, que a restaurou, acolhe recepções, exposições e concertos.

Château de la Marquetterie
Berço do Champagne Taittinger, o castelo da Marquetterie está localizado no coração do vinhedo da Champanhe. Em frente à Côte des Blancs, cuja extensão ela pode apreciar, este solar, construído em 1734, no mais puro estilo Luís XV, está dependurado em uma colina, guarnecida de vinhedos, que dominam a oeste a cidade de Pierry. Propriedade de Champagne Taittinger desde 1932, ele assistiu, no espaço de alguns séculos, a passagem dos mais ilustres atores da história da Champanhe e da França.

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